
A confusão é comum e custa dinheiro: comprar pallet quando o que a operação precisa é estrado, ou o contrário. Os dois são plataformas plásticas vazadas, mas foram desenhados para funções diferentes. O pallet existe para movimentar carga — tem entrada de garfo de empilhadeira e é dimensionado para ser erguido cheio. O estrado existe para separar o produto do piso — cobre superfície, escoa água e mantém o que está em cima fora do contato com o chão.
Essa diferença define tudo o que vem depois: onde cada um é usado, que medida faz sentido e quanto cada um precisa aguentar. Este guia trata do estrado — as aplicações mais comuns e o critério de escolha dentro da linha de pallets e estrados plásticos Joagro.
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Pergunta |
Se a resposta for sim |
Então |
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A carga vai ser erguida por empilhadeira ou paleteira? |
Precisa de entrada de garfo e resistência em suspensão |
Pallet |
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A carga fica parada, e o que se quer é tirar do chão? |
Basta apoio nivelado e drenagem |
Estrado |
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O piso vive molhado e circula gente? |
A prioridade é escoar água e não escorregar |
Estrado |
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A carga sai da empresa em cima da plataforma? |
A plataforma viaja com a carga |
Pallet |
Na prática, muita operação usa os dois: pallet para o que se move, estrado para o que fica. Trocar um pelo outro é onde aparecem os problemas — estrado sendo erguido por empilhadeira, que não foi projetado para isso, ou pallet cobrindo piso de vestiário, com vão grande demais para andar em cima.
O desenho vazado é o que define a aplicação: a água escorre entre as calhas, o ar circula por baixo da carga e a superfície continua antiderrapante mesmo molhada. Os usos mais frequentes:
Quando a operação envolve alimento, manter o produto fora do piso deixa de ser boa prática e passa a ser exigência de fiscalização — o tema está detalhado no post sobre armazenamento de alimentos perecíveis e a regulamentação da ANVISA.
Ambiente refrigerado muda os critérios: o material precisa manter o comportamento em temperatura negativa, o vão entre calhas interfere na circulação de ar frio sob a carga e a fiscalização sanitária cobra pontos específicos de afastamento do piso e da parede.
Por isso esse uso tem guia próprio, com a escolha de medida e de material feita sob a ótica do frio: estrado plástico para câmara fria: guia completo. Se a sua aplicação é refrigerada, o critério certo está lá.
Fora da câmara fria, a medida acompanha o formato do que vai em cima e a área que precisa ser coberta.
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Modelo |
Quando faz sentido |
Aplicações típicas |
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Estrado 50x50 |
Cobrir área contínua de piso, encaixando várias peças lado a lado |
Vestiários, saunas, áreas de lavagem, armazenagem de sacaria |
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Estrado 60x40 |
Acompanhar o pé das caixas padrão 60x40, sem sobra nem falta de apoio |
Expedição, apoio de caixa plástica, montagem de lote |
O 50x50 resolve a maior parte das aplicações de cobertura de piso e é o modelo mais vendido do mercado. O 60x40 é a escolha quando o estrado trabalha junto com caixa plástica padrão, porque a base acompanha exatamente a medida da caixa. As dimensões completas estão nas páginas de produto: estrado 50x50 e estrado 60x40.
Os dois existem em resina virgem e reciclada. Na maior parte das aplicações industriais o reciclado entrega desempenho equivalente com custo menor, e na Joagro a reciclagem é própria — a mesma empresa capta a matéria-prima, processa e injeta a peça. Versões disponíveis: 50x50 virgem, 50x50 reciclado, 60x40 virgem e 60x40 reciclado.
Um estrado bem especificado não aparece no dia a dia: não empena, não escorrega, não retém água e não precisa ser trocado a cada estação. Definir a medida pelo que vai em cima e o material pela exigência do ambiente é o que garante isso — e evita a compra pelo preço unitário, que costuma sair cara na reposição.